Apartamento 68,63m², 2 dormitórios 1 suite Pátio Cívitas - Passeio Pedra Branca
Pedra Branca - Palhoça/SCConheça o imóvel
Descrição do imóvel
Belíssimo apartamento semi mobiliado no Condomínio mais desejado do Passeio Pedra Branca, contendo 2 dormitórios, sendo 1 suite, 1 vaga de garagem coberta, 68,63 m² de área privativa.
Planta moderna e funcional, Persianas automatizadas nos dormitórios, Janelas panorâmicas com excelente incidência solar e ventilação natural, Bancada do banheiro em mármore, Cozinha em conceito aberto com armários planejados.
Tinta exclusiva Pátio Civitas, piso porcelanato 60x60cm Portobello, Isolamento acústico entre os pavimentos, Forro de gesso em todo o apartamento, Esquadrias de alumínio, Ar condicionado na sala e dormitórios, fechadura eletrônica com acesso por biometria, chave e senha.
Não perca tempo.
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CRISTINA FINGER
CRECI: 49.383-F - CNAI: 45.695
Cômodos
Áreas
Características
Características do Condomínio
Valores
Outras Informações
Proximidades
Localização
Conheça o bairro Pedra Branca
O Surgimento da Pedra Branca
A história da Pedra Branca teve seu início no final dos anos 90, quando foi idealizada a transformação de uma antiga fazenda familiar, repleta de belezas naturais, em um bairro diferenciado na cidade de Palhoça, na região da Grande Florianópolis.
Desde o princípio, a Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) desempenhou um papel fundamental ao se estabelecer no local, trazendo vida e dinamismo para o novo empreendimento. O loteamento, batizado como Cidade Universitária Pedra Branca, foi oficialmente registrado como um bairro.
Pedra Branca nos Dias Atuais
Atualmente, a Pedra Branca possui 2.300 lotes distribuídos em aproximadamente 250 hectares. Gradualmente, os lotes unifamiliares, mistos e comerciais começaram a se desenvolver, dando vida ao bairro.
O local tornou-se uma realidade vibrante, com parques, praças e lagos que atraem muitos visitantes.
Em 2014, o bairro já contava com 7.000 estudantes, 5.000 moradores e 5.500 empregos.
Seguindo princípios urbanísticos que priorizam a proximidade entre moradia, comércio, serviços, lazer, trabalho e educação, todos acessíveis a pé ou de bicicleta, a Pedra Branca está se consolidando como um bairro-cidade planejado para abrigar 40.000 moradores, 30.000 empregos e 10.000 estudantes.
Masterplan Pedra Branca: Explorando um Novo Urbanismo
Uma Nova Centralidade
Após o lançamento da primeira fase da Pedra Branca em 1999, com um loteamento residencial, os empreendedores buscaram novas inspirações. Em 2005, ao lerem PLACE MAKING – Developing Town Centers, Main Streets, and Urban Villages de Charles C. Bohl, aprofundaram-se em iniciativas urbanísticas mais complexas e abrangentes. Participaram de congressos, seminários e workshops no Brasil e no exterior, explorando o conceito do "Novo Urbanismo", uma abordagem que busca solucionar as complexidades e deficiências observadas no crescimento das cidades ao longo do tempo.
O Novo Urbanismo e o Urbanismo Sustentável, com suas propostas de recuperação do senso de lugar e combate à expansão urbana desenfreada, entusiasmaram os empreendedores. Eles decidiram contratar o escritório DPZ Latin America, de Miami, um dos pioneiros desse movimento, que propõe a criação de centralidades mais compactas, densas, completas e conectadas.
Nesse contexto, o Novo Urbanismo promove uma nova perspectiva urbana, resgatando a ideia de centralidade, onde as pessoas podem morar, trabalhar, estudar e se divertir em um mesmo local. Inspirada por essa visão e pelo movimento americano de certificação de edifícios verdes, a Pedra Branca abraçou esses conceitos e reconheceu o papel vital das cidades na transição para um mundo mais sustentável, tornando-se pioneira na adoção dessas práticas no Brasil.
Um Grande Time de Especialistas
O desenvolvimento do Masterplan da Pedra Branca envolveu a colaboração de 11 escritórios de arquitetura e urbanismo, além de consultores renomados, tanto nacionais quanto internacionais. Entre eles, destaca-se Jaime Lerner, uma referência no urbanismo brasileiro, e três laboratórios da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Esse projeto, pioneiro no Brasil e na América Latina, foi amplamente reconhecido como um marco em planejamento urbano, servindo de exemplo tanto para o setor público quanto para o privado. Entre as premiações recebidas, destacam-se o Prêmio de Urbanismo da Bienal de Buenos Aires em 2007, o reconhecimento do Financial Times de Londres em 2008, e o convite, em 2009, para integrar o programa Clima Positivo da Fundação Bill Clinton.
Com a contribuição de diversos especialistas, e orientado por princípios claros, a Pedra Branca se firmou como uma fonte de inspiração para um novo estilo de vida, mais comprometido com a sustentabilidade e focado na valorização da vida ao ar livre, dos passeios a pé ou de bicicleta, e da convivência cidadã.
A consultoria do escritório do arquiteto Jan Gehl, voltado à qualificação dos espaços públicos, foi fundamental para que o bairro se tornasse um exemplo de integração entre estar, contemplação e interação social na vida cotidiana.
O Bairro Ganha Vida
Um Sonho Realizado
O ano de 2013 marcou a consolidação do bairro Cidade Pedra Branca, com a concretização do sonho de ver as pessoas ocupando as ruas e a praça da nova centralidade. Foram entregues as duas primeiras quadras de uso misto, com dez edifícios de apartamentos, escritórios e lojas – o Condomínio Pátio da Pedra, primeiro lançamento da nova centralidade em 2010, e o Condomínio Pátio das Flores. Além desses, também foram entregues dois edifícios de escritórios em outras quadras – os edifícios Office Green e Inaitec, todos baseados no Masterplan desenvolvido pela DPZ – LA.
Na primavera, o novo centro começou a ganhar vida, com a inauguração da nova praça e da rua compartilhada, que deram início ao Passeio Pedra Branca – uma rua dedicada à gastronomia, cultura e lazer. Com essas novas áreas, os moradores do bairro e da região passaram a desfrutar da centralidade recém-criada. O projeto final da praça e da rua compartilhada foi desenvolvido pelo escritório do renomado arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, que também ficou encarregado da requalificação de todos os espaços públicos do bairro.
Conheça a cidade Palhoça
PALHOÇA, UM POUCO DE HISTÓRIA
Por volta do ano de 1651, Dias Velhos chegou à Ilha de Santa Catarina, dando-lhe o nome de Desterro. Passados cento e vinte anos, em 1771, colonos portugueses vindos da província de São Vicente, atualmente conhecida como São Paulo, fundaram a cidade de Lages.
Com a existência dessas duas localidades, surgiu a necessidade de estabelecer uma rota de conexão entre Desterro e Lages, o que levou à abertura de uma estrada. Rapidamente, essas terras começaram a se desenvolver, atraindo a atenção de outros colonizadores.
Em 1777, os espanhóis invadiram a Ilha de Santa Catarina, o que levou os portugueses a decidir pela criação de duas povoações em terra firme, na região que hoje constitui o continente. O objetivo era abrigar os moradores de Desterro e servir de defesa militar contra possíveis novas invasões.
Na mesma época, o governo optou por povoar e desenvolver as terras ao longo da estrada que ligava a Ilha Desterro a Lages.
Foi dessas povoações que, em 31 de julho de 1793, o Governador Cel. João Alberto de Miranda Ribeiro enviou uma comunicação ao Conde Rezende, vice-rei do Brasil, incumbindo Caetano Silveira de Matos de construir palhoças para armazenar farinha ao longo da estrada que levava a Lages. Essa data marca a fundação do povoado.
O gado era conduzido pela estrada de Lages até o Morro do Tomé e, de lá, seguia pela praia até a foz do rio Maruim, de onde parte era levada para a freguesia de São José e outra parte atravessava o canal até Ribeirão da Ilha.
As tropas seguiam pela praia, pois enfrentavam dificuldades ao atravessar a área de mangue e pântano, hoje parte da rua principal de Palhoça. Além disso, evitavam pagar o pedágio estabelecido em São José, no caminho que passava pela localidade de Passa Vinte. Com o aumento da demanda por alimentos vindos do continente e o movimento das tropas, foi construída uma estrada atravessando o pântano. A população cresceu e deslocou-se mais para o sul, estabelecendo o centro definitivo de Palhoça, onde se encontra atualmente.
Palhoça fez parte de Florianópolis até 1833, quando passou a ser território de São José. A primeira igreja de Palhoça foi erguida em 1868 e mais tarde recebeu o nome de Nossa Senhora do Parto. Ao final do mesmo ano, iniciou-se a construção da Igreja Matriz, concluída em 1883, ainda sem as torres laterais. Mesmo após sua construção, a igreja não foi imediatamente provida de um vigário. A paróquia foi esquecida e recriada apenas em 03 de maio de 1901 pela Cúria Diocesana de Florianópolis.
Em 1873, Palhoça foi elevada à condição de Distrito Policial. Desde sua fundação até este período, Palhoça permaneceu como um arraial, sendo negligenciada tanto política quanto administrativamente, apesar do aumento populacional e do desenvolvimento econômico.
Atendendo ao clamor dos moradores, em 1882, a Assembleia Legislativa aprovou a Lei 949 de 08 de novembro, elevando Palhoça à categoria de freguesia. Em 1886, Palhoça passou de Distrito Policial a Distrito de Paz. E em 24 de abril de 1894, foi elevada à categoria de Município, desmembrando-se de São José e sendo oficialmente instalada em 23 de maio do mesmo ano.
Em 10 de janeiro de 1906, Palhoça tornou-se uma Comarca. A comarca era composta pelos distritos de Palhoça (sede do município e da comarca), Santo Amaro do Cubatão, Enseada de Brito, Teresópolis, São Bonifácio do Capivari, Santa Isabel, Anitápolis, Santa Tereza e Garopaba, que de município passou a distrito de Palhoça. Em 22 de agosto de 1919, por meio da Lei 1245, Palhoça foi elevada à categoria de cidade.
Em 1922, Palhoça cedeu os territórios que hoje abrigam os municípios de Alfredo Wagner e Ituporanga para, juntamente com parte do município de Lages, formar Bom Retiro. Em 1948, Ituporanga emancipou-se, dando origem aos municípios de Petrolândia e Imbuia em 1962 e, de Atalanta em 1964. Em 1961, Alfredo Wagner tornou-se município. Em 1958, Santo Amaro da Imperatriz emancipou-se de Palhoça, originando os municípios de Águas Mornas e Anitápolis. Em 1961, Garopaba e Paulo Lopes também se emanciparam, seguidos por São Bonifácio em 1962. Após essas emancipações, Palhoça adquiriu a configuração territorial que mantém até hoje.
ORIGEM DO NOME
O nome do município tem origem nas construções de pau-a-pique cobertas de palha, chamadas de palhoças. Essas edificações ficavam localizadas na atual região sul do bairro da Ponte do Imaruim. O crescimento do povoado ocorreu posteriormente com a chegada de outras construções de pescadores que se estabeleceram ao redor desse núcleo, utilizando o mesmo estilo arquitetônico.
COLONIZAÇÃO
Os primeiros colonizadores a chegar em Palhoça foram portugueses, que se estabeleceram na Enseada de Brito e, a partir daí, se espalharam pelas redondezas.
Posteriormente, chegaram os açorianos e madeirenses, com as primeiras famílias desembarcando na Ilha de Santa Catarina em fevereiro de 1747. O movimento de povoamento açoriano-madeirense teve início com o edital que D. João V mandou publicar em 1747. O objetivo de D. João V ao enviar casais açorianos e madeirenses para o Brasil era povoar as terras brasileiras e ao mesmo tempo resolver o problema de excesso populacional nos arquipélagos dos Açores e Madeira.
Por volta de 1824, começou a imigração alemã para o Brasil, estabelecendo-se em Santa Izabel, que mais tarde viria a pertencer ao município de Palhoça. As principais causas dessa imigração foram o excesso populacional na Alemanha, as guerras constantes e a propaganda brasileira que atraía colonos com promessas de doação de terras.
A formação étnica de Palhoça também tem forte influência italiana, com a imigração desse grupo para o Brasil começando por volta de 1790. Além de portugueses, alemães e italianos, outras etnias também contribuíram para a composição do povo palhocense, incluindo negros, libaneses, gregos, japoneses e indígenas.
PALHOÇA HOJE
Palhoça é um município brasileiro localizado no Estado de Santa Catarina. Situado na Grande Florianópolis, faz fronteira com os municípios de São José, São Pedro de Alcântara, Santo Amaro da Imperatriz e Paulo Lopes.
A cidade é conhecida por ser a que mais cresce na Grande Florianópolis, embora esse crescimento seja desordenado e desorganizado. A expansão das indústrias, comércio e serviços é notável, mas ainda faltam vários serviços considerados essenciais, como hospitais, por exemplo.
A influência das tradições, majoritariamente de origem açoriana, é evidente na cultura local. Palhoça abriga ainda um dos maiores mangues da América do Sul.
A principal via de acesso ao município vizinho de São José e à capital, Florianópolis, é uma antiga estrada que remonta ao século XIX, pavimentada precariamente com paralelepípedos sobre os quais foi colocada uma camada de asfalto. Por essa via, circula 90% do transporte coletivo entre a sede do município e a capital.
Outra via de acesso é a rodovia BR-101 (Rodovia Pan-americana), que é um corredor de passagem para praticamente toda a carga que transita pela orla litorânea entre o estado do Rio Grande do Sul e o restante do país.
TERRITÓRIO
Em 1894, quando se emancipou de São José, o território de Palhoça era de 3.180 quilômetros quadrados. O município incluía as seguintes localidades: Palhoça (sede), Santo Amaro do Cubatão, Enseada de Brito, Paulo Lopes, Garopaba, Teresópolis, Capivari, Santa Isabel, São Bonifácio, Rancho Queimado, Águas Mornas e Anitápolis.
Após a perda de território devido à emancipação de várias localidades, Palhoça atualmente possui uma extensão territorial de 361 quilômetros quadrados, abrangendo as seguintes localidades: Palhoça (sede), Enseada de Brito, Ponta do Maruim, São Sebastião, Passa Vinte, Casqueiro, Brejaru, Pedra Branca, Pagará, Terra Fraca, Coloninha, Morro do Gato, Sertão do Aririú, Jaqueira, Rio Grande, Pachecos, Morro do Cedro, Maciambu Grande, Maciambu Pequeno, Fazenda Santa Cruz, Rincão, Morretes, Sertão do Campo, Pinheira, Guarda do Embaú, Albardão, Três Barras e Araçatuba.
A sede do município, por ser uma área de banhados e manguezais, dificultou o desenvolvimento de atividades agrícolas. Os primeiros colonizadores estabeleceram-se nas áreas mais secas, adequadas para a agricultura, como Passa Vinte, Aririú e Barra. Com a abertura do canal de navegação da Enseada de Brito até a Ponte do Maruim e a ligação com as atividades comerciais e industriais, o desenvolvimento do núcleo central foi acelerado. Nos últimos anos, o município tornou-se uma cidade de veraneio, com destaque para a Praia da Pinheira, Guarda do Embaú e Praia do Sonho.

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O Surgimento da Pedra Branca
A história da Pedra Branca teve seu início no final dos anos 90, quando foi idealizada a transformação de uma antiga fazenda familiar, repleta de belezas naturais, em um bairro diferenciado na cidade de Palhoça, na região da Grande Florianópolis.
Desde o princípio, a Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) desempenhou um papel fundamental ao se estabelecer no local, trazendo vida e dinamismo para o novo empreendimento. O loteamento, batizado como Cidade Universitária Pedra Branca, foi oficialmente registrado como um bairro.
Pedra Branca nos Dias Atuais
Atualmente, a Pedra Branca possui 2.300 lotes distribuídos em aproximadamente 250 hectares. Gradualmente, os lotes unifamiliares, mistos e comerciais começaram a se desenvolver, dando vida ao bairro.
O local tornou-se uma realidade vibrante, com parques, praças e lagos que atraem muitos visitantes.
Em 2014, o bairro já contava com 7.000 estudantes, 5.000 moradores e 5.500 empregos.
Seguindo princípios urbanísticos que priorizam a proximidade entre moradia, comércio, serviços, lazer, trabalho e educação, todos acessíveis a pé ou de bicicleta, a Pedra Branca está se consolidando como um bairro-cidade planejado para abrigar 40.000 moradores, 30.000 empregos e 10.000 estudantes.
Masterplan Pedra Branca: Explorando um Novo Urbanismo
Uma Nova Centralidade
Após o lançamento da primeira fase da Pedra Branca em 1999, com um loteamento residencial, os empreendedores buscaram novas inspirações. Em 2005, ao lerem PLACE MAKING – Developing Town Centers, Main Streets, and Urban Villages de Charles C. Bohl, aprofundaram-se em iniciativas urbanísticas mais complexas e abrangentes. Participaram de congressos, seminários e workshops no Brasil e no exterior, explorando o conceito do "Novo Urbanismo", uma abordagem que busca solucionar as complexidades e deficiências observadas no crescimento das cidades ao longo do tempo.
O Novo Urbanismo e o Urbanismo Sustentável, com suas propostas de recuperação do senso de lugar e combate à expansão urbana desenfreada, entusiasmaram os empreendedores. Eles decidiram contratar o escritório DPZ Latin America, de Miami, um dos pioneiros desse movimento, que propõe a criação de centralidades mais compactas, densas, completas e conectadas.
Nesse contexto, o Novo Urbanismo promove uma nova perspectiva urbana, resgatando a ideia de centralidade, onde as pessoas podem morar, trabalhar, estudar e se divertir em um mesmo local. Inspirada por essa visão e pelo movimento americano de certificação de edifícios verdes, a Pedra Branca abraçou esses conceitos e reconheceu o papel vital das cidades na transição para um mundo mais sustentável, tornando-se pioneira na adoção dessas práticas no Brasil.
Um Grande Time de Especialistas
O desenvolvimento do Masterplan da Pedra Branca envolveu a colaboração de 11 escritórios de arquitetura e urbanismo, além de consultores renomados, tanto nacionais quanto internacionais. Entre eles, destaca-se Jaime Lerner, uma referência no urbanismo brasileiro, e três laboratórios da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Esse projeto, pioneiro no Brasil e na América Latina, foi amplamente reconhecido como um marco em planejamento urbano, servindo de exemplo tanto para o setor público quanto para o privado. Entre as premiações recebidas, destacam-se o Prêmio de Urbanismo da Bienal de Buenos Aires em 2007, o reconhecimento do Financial Times de Londres em 2008, e o convite, em 2009, para integrar o programa Clima Positivo da Fundação Bill Clinton.
Com a contribuição de diversos especialistas, e orientado por princípios claros, a Pedra Branca se firmou como uma fonte de inspiração para um novo estilo de vida, mais comprometido com a sustentabilidade e focado na valorização da vida ao ar livre, dos passeios a pé ou de bicicleta, e da convivência cidadã.
A consultoria do escritório do arquiteto Jan Gehl, voltado à qualificação dos espaços públicos, foi fundamental para que o bairro se tornasse um exemplo de integração entre estar, contemplação e interação social na vida cotidiana.
O Bairro Ganha Vida
Um Sonho Realizado
O ano de 2013 marcou a consolidação do bairro Cidade Pedra Branca, com a concretização do sonho de ver as pessoas ocupando as ruas e a praça da nova centralidade. Foram entregues as duas primeiras quadras de uso misto, com dez edifícios de apartamentos, escritórios e lojas – o Condomínio Pátio da Pedra, primeiro lançamento da nova centralidade em 2010, e o Condomínio Pátio das Flores. Além desses, também foram entregues dois edifícios de escritórios em outras quadras – os edifícios Office Green e Inaitec, todos baseados no Masterplan desenvolvido pela DPZ – LA.
Na primavera, o novo centro começou a ganhar vida, com a inauguração da nova praça e da rua compartilhada, que deram início ao Passeio Pedra Branca – uma rua dedicada à gastronomia, cultura e lazer. Com essas novas áreas, os moradores do bairro e da região passaram a desfrutar da centralidade recém-criada. O projeto final da praça e da rua compartilhada foi desenvolvido pelo escritório do renomado arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, que também ficou encarregado da requalificação de todos os espaços públicos do bairro.
Conheça a cidade Palhoça
PALHOÇA, UM POUCO DE HISTÓRIA
Por volta do ano de 1651, Dias Velhos chegou à Ilha de Santa Catarina, dando-lhe o nome de Desterro. Passados cento e vinte anos, em 1771, colonos portugueses vindos da província de São Vicente, atualmente conhecida como São Paulo, fundaram a cidade de Lages.
Com a existência dessas duas localidades, surgiu a necessidade de estabelecer uma rota de conexão entre Desterro e Lages, o que levou à abertura de uma estrada. Rapidamente, essas terras começaram a se desenvolver, atraindo a atenção de outros colonizadores.
Em 1777, os espanhóis invadiram a Ilha de Santa Catarina, o que levou os portugueses a decidir pela criação de duas povoações em terra firme, na região que hoje constitui o continente. O objetivo era abrigar os moradores de Desterro e servir de defesa militar contra possíveis novas invasões.
Na mesma época, o governo optou por povoar e desenvolver as terras ao longo da estrada que ligava a Ilha Desterro a Lages.
Foi dessas povoações que, em 31 de julho de 1793, o Governador Cel. João Alberto de Miranda Ribeiro enviou uma comunicação ao Conde Rezende, vice-rei do Brasil, incumbindo Caetano Silveira de Matos de construir palhoças para armazenar farinha ao longo da estrada que levava a Lages. Essa data marca a fundação do povoado.
O gado era conduzido pela estrada de Lages até o Morro do Tomé e, de lá, seguia pela praia até a foz do rio Maruim, de onde parte era levada para a freguesia de São José e outra parte atravessava o canal até Ribeirão da Ilha.
As tropas seguiam pela praia, pois enfrentavam dificuldades ao atravessar a área de mangue e pântano, hoje parte da rua principal de Palhoça. Além disso, evitavam pagar o pedágio estabelecido em São José, no caminho que passava pela localidade de Passa Vinte. Com o aumento da demanda por alimentos vindos do continente e o movimento das tropas, foi construída uma estrada atravessando o pântano. A população cresceu e deslocou-se mais para o sul, estabelecendo o centro definitivo de Palhoça, onde se encontra atualmente.
Palhoça fez parte de Florianópolis até 1833, quando passou a ser território de São José. A primeira igreja de Palhoça foi erguida em 1868 e mais tarde recebeu o nome de Nossa Senhora do Parto. Ao final do mesmo ano, iniciou-se a construção da Igreja Matriz, concluída em 1883, ainda sem as torres laterais. Mesmo após sua construção, a igreja não foi imediatamente provida de um vigário. A paróquia foi esquecida e recriada apenas em 03 de maio de 1901 pela Cúria Diocesana de Florianópolis.
Em 1873, Palhoça foi elevada à condição de Distrito Policial. Desde sua fundação até este período, Palhoça permaneceu como um arraial, sendo negligenciada tanto política quanto administrativamente, apesar do aumento populacional e do desenvolvimento econômico.
Atendendo ao clamor dos moradores, em 1882, a Assembleia Legislativa aprovou a Lei 949 de 08 de novembro, elevando Palhoça à categoria de freguesia. Em 1886, Palhoça passou de Distrito Policial a Distrito de Paz. E em 24 de abril de 1894, foi elevada à categoria de Município, desmembrando-se de São José e sendo oficialmente instalada em 23 de maio do mesmo ano.
Em 10 de janeiro de 1906, Palhoça tornou-se uma Comarca. A comarca era composta pelos distritos de Palhoça (sede do município e da comarca), Santo Amaro do Cubatão, Enseada de Brito, Teresópolis, São Bonifácio do Capivari, Santa Isabel, Anitápolis, Santa Tereza e Garopaba, que de município passou a distrito de Palhoça. Em 22 de agosto de 1919, por meio da Lei 1245, Palhoça foi elevada à categoria de cidade.
Em 1922, Palhoça cedeu os territórios que hoje abrigam os municípios de Alfredo Wagner e Ituporanga para, juntamente com parte do município de Lages, formar Bom Retiro. Em 1948, Ituporanga emancipou-se, dando origem aos municípios de Petrolândia e Imbuia em 1962 e, de Atalanta em 1964. Em 1961, Alfredo Wagner tornou-se município. Em 1958, Santo Amaro da Imperatriz emancipou-se de Palhoça, originando os municípios de Águas Mornas e Anitápolis. Em 1961, Garopaba e Paulo Lopes também se emanciparam, seguidos por São Bonifácio em 1962. Após essas emancipações, Palhoça adquiriu a configuração territorial que mantém até hoje.
ORIGEM DO NOME
O nome do município tem origem nas construções de pau-a-pique cobertas de palha, chamadas de palhoças. Essas edificações ficavam localizadas na atual região sul do bairro da Ponte do Imaruim. O crescimento do povoado ocorreu posteriormente com a chegada de outras construções de pescadores que se estabeleceram ao redor desse núcleo, utilizando o mesmo estilo arquitetônico.
COLONIZAÇÃO
Os primeiros colonizadores a chegar em Palhoça foram portugueses, que se estabeleceram na Enseada de Brito e, a partir daí, se espalharam pelas redondezas.
Posteriormente, chegaram os açorianos e madeirenses, com as primeiras famílias desembarcando na Ilha de Santa Catarina em fevereiro de 1747. O movimento de povoamento açoriano-madeirense teve início com o edital que D. João V mandou publicar em 1747. O objetivo de D. João V ao enviar casais açorianos e madeirenses para o Brasil era povoar as terras brasileiras e ao mesmo tempo resolver o problema de excesso populacional nos arquipélagos dos Açores e Madeira.
Por volta de 1824, começou a imigração alemã para o Brasil, estabelecendo-se em Santa Izabel, que mais tarde viria a pertencer ao município de Palhoça. As principais causas dessa imigração foram o excesso populacional na Alemanha, as guerras constantes e a propaganda brasileira que atraía colonos com promessas de doação de terras.
A formação étnica de Palhoça também tem forte influência italiana, com a imigração desse grupo para o Brasil começando por volta de 1790. Além de portugueses, alemães e italianos, outras etnias também contribuíram para a composição do povo palhocense, incluindo negros, libaneses, gregos, japoneses e indígenas.
PALHOÇA HOJE
Palhoça é um município brasileiro localizado no Estado de Santa Catarina. Situado na Grande Florianópolis, faz fronteira com os municípios de São José, São Pedro de Alcântara, Santo Amaro da Imperatriz e Paulo Lopes.
A cidade é conhecida por ser a que mais cresce na Grande Florianópolis, embora esse crescimento seja desordenado e desorganizado. A expansão das indústrias, comércio e serviços é notável, mas ainda faltam vários serviços considerados essenciais, como hospitais, por exemplo.
A influência das tradições, majoritariamente de origem açoriana, é evidente na cultura local. Palhoça abriga ainda um dos maiores mangues da América do Sul.
A principal via de acesso ao município vizinho de São José e à capital, Florianópolis, é uma antiga estrada que remonta ao século XIX, pavimentada precariamente com paralelepípedos sobre os quais foi colocada uma camada de asfalto. Por essa via, circula 90% do transporte coletivo entre a sede do município e a capital.
Outra via de acesso é a rodovia BR-101 (Rodovia Pan-americana), que é um corredor de passagem para praticamente toda a carga que transita pela orla litorânea entre o estado do Rio Grande do Sul e o restante do país.
TERRITÓRIO
Em 1894, quando se emancipou de São José, o território de Palhoça era de 3.180 quilômetros quadrados. O município incluía as seguintes localidades: Palhoça (sede), Santo Amaro do Cubatão, Enseada de Brito, Paulo Lopes, Garopaba, Teresópolis, Capivari, Santa Isabel, São Bonifácio, Rancho Queimado, Águas Mornas e Anitápolis.
Após a perda de território devido à emancipação de várias localidades, Palhoça atualmente possui uma extensão territorial de 361 quilômetros quadrados, abrangendo as seguintes localidades: Palhoça (sede), Enseada de Brito, Ponta do Maruim, São Sebastião, Passa Vinte, Casqueiro, Brejaru, Pedra Branca, Pagará, Terra Fraca, Coloninha, Morro do Gato, Sertão do Aririú, Jaqueira, Rio Grande, Pachecos, Morro do Cedro, Maciambu Grande, Maciambu Pequeno, Fazenda Santa Cruz, Rincão, Morretes, Sertão do Campo, Pinheira, Guarda do Embaú, Albardão, Três Barras e Araçatuba.
A sede do município, por ser uma área de banhados e manguezais, dificultou o desenvolvimento de atividades agrícolas. Os primeiros colonizadores estabeleceram-se nas áreas mais secas, adequadas para a agricultura, como Passa Vinte, Aririú e Barra. Com a abertura do canal de navegação da Enseada de Brito até a Ponte do Maruim e a ligação com as atividades comerciais e industriais, o desenvolvimento do núcleo central foi acelerado. Nos últimos anos, o município tornou-se uma cidade de veraneio, com destaque para a Praia da Pinheira, Guarda do Embaú e Praia do Sonho.




