Pronto para morar
23 Fotos
R$1.250.000,01
Condomínio R$700,00
Outras Taxas
IPTU Anual R$750,00

Apartamento mobiliado de 112m² com 3 dormitórios e 2 suítes no Levert – Pagani, Palhoça

Centro - Palhoça/SC
3 Dormitórios, sendo 2 suítes
2 Vagas
112 m² (Privativa)

Descrição do imóvel

Se você procura um imóvel pronto para morar, com acabamentos de alto padrão e uma localização estratégica, este apartamento no Condomínio Levert, no Pagani, é exatamente o que você precisa!


Com 112m² privativos, este imóvel entrega espaços amplos, integrados e completamente mobiliados, ideal para quem deseja praticidade, conforto e sofisticação no dia a dia.


Composição do imóvel:

  • 3 dormitórios, sendo 2 suítes
  • Sala de estar e jantar integradas com excelente iluminação natural
  • Cozinha planejada com móveis sob medida
  • Área de serviço funcional
  • Sacada privativa com churrasqueira e com uma vista incrivel para o morro Cambirella
  • 2 vagas de garagem

✨ Destaques:

  • Totalmente mobiliado e decorado
  • Móveis planejados em todos os ambientes
  • Acabamentos de alto padrão
  • Apartamento pronto para morar

🏢 Sobre o condomínio:

O Levert é um empreendimento moderno e bem localizado, com infraestrutura completa e segurança para sua família.


📍 Localização estratégica no bairro Pagani, a poucos passos do Shopping ViaCatarina, , próximo a Supermercados, Fórum, escolas e com acesso facilitado à BR-101.

✅ Imóvel pronto para financiar

✅ Ideal para morar com conforto ou investir com segurança


Entre em contato e agende sua visita!


CRISTINA FINGER

CORRETORA DE IMÓVEIS.

CRECI: 49383-F - CNAI:45.695

Cômodos

3 Dormitórios, sendo 2 suítes
3 Banheiros
2 Vagas
Com box na garagem
Garagem Coberta
1 Escritório
1 Sala de TV
1 Cozinha
1 Sala de jantar
1 Sala de estar

Áreas

Área Privativa: 112m²

Características

Armário na cozinha
Cozinha gourmet
Forro de gesso
Gás central
Gás individual
Hidrômetro individual
Interfone
Portaria
Rua asfaltada
Varanda
Vista exterior
Vista para a montanha
Zelador

Características do Condomínio

Academia de ginástica
Brinquedoteca
Cinema
Câmeras de segurança
Elevador de serviço (1)
Elevador social (1)
Interfone
Permite animais
Piscina adulto
Piscina infantil
Playground
Portão Elétrico
Sala de jogos
Salão de festas
Sauna
cinema
mini market

Valores

Aceita Financiamento: Sim

Outras Informações

Referência: 147
Andar: 7
Idade do imóvel: 11 anos
Perfil: Residencial
Posição solar: Sul
Posição: Lateral
Situação: Pronto para morar
Escriturado: Sim
Averbado: Sim
Possui mobília?: Sim
Terreno: Plano

Proximidades

Banco
Escola
Escola de idioma
Faculdade
Farmácia
Hospital
Padaria
Praça
Prefeitura Palhoça
Rodovia
Shopping
Shopping Viacatarina
Supermercado
Transporte público
Unisul

Localização

Rua Najla Carone Guedert, 615 - Centro - Palhoça/SC - 88132-150

Conheça a cidade Palhoça

Sem Imagem

PALHOÇA, UM POUCO DE HISTÓRIA


Por volta do ano de 1651, Dias Velhos chegou à Ilha de Santa Catarina, dando-lhe o nome de Desterro. Passados cento e vinte anos, em 1771, colonos portugueses vindos da província de São Vicente, atualmente conhecida como São Paulo, fundaram a cidade de Lages.

Com a existência dessas duas localidades, surgiu a necessidade de estabelecer uma rota de conexão entre Desterro e Lages, o que levou à abertura de uma estrada. Rapidamente, essas terras começaram a se desenvolver, atraindo a atenção de outros colonizadores.


Em 1777, os espanhóis invadiram a Ilha de Santa Catarina, o que levou os portugueses a decidir pela criação de duas povoações em terra firme, na região que hoje constitui o continente. O objetivo era abrigar os moradores de Desterro e servir de defesa militar contra possíveis novas invasões.


Na mesma época, o governo optou por povoar e desenvolver as terras ao longo da estrada que ligava a Ilha Desterro a Lages.

Foi dessas povoações que, em 31 de julho de 1793, o Governador Cel. João Alberto de Miranda Ribeiro enviou uma comunicação ao Conde Rezende, vice-rei do Brasil, incumbindo Caetano Silveira de Matos de construir palhoças para armazenar farinha ao longo da estrada que levava a Lages. Essa data marca a fundação do povoado.


O gado era conduzido pela estrada de Lages até o Morro do Tomé e, de lá, seguia pela praia até a foz do rio Maruim, de onde parte era levada para a freguesia de São José e outra parte atravessava o canal até Ribeirão da Ilha.


As tropas seguiam pela praia, pois enfrentavam dificuldades ao atravessar a área de mangue e pântano, hoje parte da rua principal de Palhoça. Além disso, evitavam pagar o pedágio estabelecido em São José, no caminho que passava pela localidade de Passa Vinte. Com o aumento da demanda por alimentos vindos do continente e o movimento das tropas, foi construída uma estrada atravessando o pântano. A população cresceu e deslocou-se mais para o sul, estabelecendo o centro definitivo de Palhoça, onde se encontra atualmente.


Palhoça fez parte de Florianópolis até 1833, quando passou a ser território de São José. A primeira igreja de Palhoça foi erguida em 1868 e mais tarde recebeu o nome de Nossa Senhora do Parto. Ao final do mesmo ano, iniciou-se a construção da Igreja Matriz, concluída em 1883, ainda sem as torres laterais. Mesmo após sua construção, a igreja não foi imediatamente provida de um vigário. A paróquia foi esquecida e recriada apenas em 03 de maio de 1901 pela Cúria Diocesana de Florianópolis.


Em 1873, Palhoça foi elevada à condição de Distrito Policial. Desde sua fundação até este período, Palhoça permaneceu como um arraial, sendo negligenciada tanto política quanto administrativamente, apesar do aumento populacional e do desenvolvimento econômico.


Atendendo ao clamor dos moradores, em 1882, a Assembleia Legislativa aprovou a Lei 949 de 08 de novembro, elevando Palhoça à categoria de freguesia. Em 1886, Palhoça passou de Distrito Policial a Distrito de Paz. E em 24 de abril de 1894, foi elevada à categoria de Município, desmembrando-se de São José e sendo oficialmente instalada em 23 de maio do mesmo ano.


Em 10 de janeiro de 1906, Palhoça tornou-se uma Comarca. A comarca era composta pelos distritos de Palhoça (sede do município e da comarca), Santo Amaro do Cubatão, Enseada de Brito, Teresópolis, São Bonifácio do Capivari, Santa Isabel, Anitápolis, Santa Tereza e Garopaba, que de município passou a distrito de Palhoça. Em 22 de agosto de 1919, por meio da Lei 1245, Palhoça foi elevada à categoria de cidade.


Em 1922, Palhoça cedeu os territórios que hoje abrigam os municípios de Alfredo Wagner e Ituporanga para, juntamente com parte do município de Lages, formar Bom Retiro. Em 1948, Ituporanga emancipou-se, dando origem aos municípios de Petrolândia e Imbuia em 1962 e, de Atalanta em 1964. Em 1961, Alfredo Wagner tornou-se município. Em 1958, Santo Amaro da Imperatriz emancipou-se de Palhoça, originando os municípios de Águas Mornas e Anitápolis. Em 1961, Garopaba e Paulo Lopes também se emanciparam, seguidos por São Bonifácio em 1962. Após essas emancipações, Palhoça adquiriu a configuração territorial que mantém até hoje.



ORIGEM DO NOME


O nome do município tem origem nas construções de pau-a-pique cobertas de palha, chamadas de palhoças. Essas edificações ficavam localizadas na atual região sul do bairro da Ponte do Imaruim. O crescimento do povoado ocorreu posteriormente com a chegada de outras construções de pescadores que se estabeleceram ao redor desse núcleo, utilizando o mesmo estilo arquitetônico.



COLONIZAÇÃO


Os primeiros colonizadores a chegar em Palhoça foram portugueses, que se estabeleceram na Enseada de Brito e, a partir daí, se espalharam pelas redondezas.


Posteriormente, chegaram os açorianos e madeirenses, com as primeiras famílias desembarcando na Ilha de Santa Catarina em fevereiro de 1747. O movimento de povoamento açoriano-madeirense teve início com o edital que D. João V mandou publicar em 1747. O objetivo de D. João V ao enviar casais açorianos e madeirenses para o Brasil era povoar as terras brasileiras e ao mesmo tempo resolver o problema de excesso populacional nos arquipélagos dos Açores e Madeira.


Por volta de 1824, começou a imigração alemã para o Brasil, estabelecendo-se em Santa Izabel, que mais tarde viria a pertencer ao município de Palhoça. As principais causas dessa imigração foram o excesso populacional na Alemanha, as guerras constantes e a propaganda brasileira que atraía colonos com promessas de doação de terras.


A formação étnica de Palhoça também tem forte influência italiana, com a imigração desse grupo para o Brasil começando por volta de 1790. Além de portugueses, alemães e italianos, outras etnias também contribuíram para a composição do povo palhocense, incluindo negros, libaneses, gregos, japoneses e indígenas.



PALHOÇA HOJE


Palhoça é um município brasileiro localizado no Estado de Santa Catarina. Situado na Grande Florianópolis, faz fronteira com os municípios de São José, São Pedro de Alcântara, Santo Amaro da Imperatriz e Paulo Lopes.


A cidade é conhecida por ser a que mais cresce na Grande Florianópolis, embora esse crescimento seja desordenado e desorganizado. A expansão das indústrias, comércio e serviços é notável, mas ainda faltam vários serviços considerados essenciais, como hospitais, por exemplo.


A influência das tradições, majoritariamente de origem açoriana, é evidente na cultura local. Palhoça abriga ainda um dos maiores mangues da América do Sul.


A principal via de acesso ao município vizinho de São José e à capital, Florianópolis, é uma antiga estrada que remonta ao século XIX, pavimentada precariamente com paralelepípedos sobre os quais foi colocada uma camada de asfalto. Por essa via, circula 90% do transporte coletivo entre a sede do município e a capital.


Outra via de acesso é a rodovia BR-101 (Rodovia Pan-americana), que é um corredor de passagem para praticamente toda a carga que transita pela orla litorânea entre o estado do Rio Grande do Sul e o restante do país.



TERRITÓRIO


Em 1894, quando se emancipou de São José, o território de Palhoça era de 3.180 quilômetros quadrados. O município incluía as seguintes localidades: Palhoça (sede), Santo Amaro do Cubatão, Enseada de Brito, Paulo Lopes, Garopaba, Teresópolis, Capivari, Santa Isabel, São Bonifácio, Rancho Queimado, Águas Mornas e Anitápolis.


Após a perda de território devido à emancipação de várias localidades, Palhoça atualmente possui uma extensão territorial de 361 quilômetros quadrados, abrangendo as seguintes localidades: Palhoça (sede), Enseada de Brito, Ponta do Maruim, São Sebastião, Passa Vinte, Casqueiro, Brejaru, Pedra Branca, Pagará, Terra Fraca, Coloninha, Morro do Gato, Sertão do Aririú, Jaqueira, Rio Grande, Pachecos, Morro do Cedro, Maciambu Grande, Maciambu Pequeno, Fazenda Santa Cruz, Rincão, Morretes, Sertão do Campo, Pinheira, Guarda do Embaú, Albardão, Três Barras e Araçatuba.


A sede do município, por ser uma área de banhados e manguezais, dificultou o desenvolvimento de atividades agrícolas. Os primeiros colonizadores estabeleceram-se nas áreas mais secas, adequadas para a agricultura, como Passa Vinte, Aririú e Barra. Com a abertura do canal de navegação da Enseada de Brito até a Ponte do Maruim e a ligação com as atividades comerciais e industriais, o desenvolvimento do núcleo central foi acelerado. Nos últimos anos, o município tornou-se uma cidade de veraneio, com destaque para a Praia da Pinheira, Guarda do Embaú e Praia do Sonho.


R$1.250.000,01
Condomínio R$700,00
Outras Taxas
IPTU Anual R$750,00
avatar
Cristina FingerCRECI - 49383F

Agende agora sua visita

Faça um agendamento de visita para conhecer melhor o imóvel.

Conheça a cidade Palhoça

Sem Imagem

PALHOÇA, UM POUCO DE HISTÓRIA


Por volta do ano de 1651, Dias Velhos chegou à Ilha de Santa Catarina, dando-lhe o nome de Desterro. Passados cento e vinte anos, em 1771, colonos portugueses vindos da província de São Vicente, atualmente conhecida como São Paulo, fundaram a cidade de Lages.

Com a existência dessas duas localidades, surgiu a necessidade de estabelecer uma rota de conexão entre Desterro e Lages, o que levou à abertura de uma estrada. Rapidamente, essas terras começaram a se desenvolver, atraindo a atenção de outros colonizadores.


Em 1777, os espanhóis invadiram a Ilha de Santa Catarina, o que levou os portugueses a decidir pela criação de duas povoações em terra firme, na região que hoje constitui o continente. O objetivo era abrigar os moradores de Desterro e servir de defesa militar contra possíveis novas invasões.


Na mesma época, o governo optou por povoar e desenvolver as terras ao longo da estrada que ligava a Ilha Desterro a Lages.

Foi dessas povoações que, em 31 de julho de 1793, o Governador Cel. João Alberto de Miranda Ribeiro enviou uma comunicação ao Conde Rezende, vice-rei do Brasil, incumbindo Caetano Silveira de Matos de construir palhoças para armazenar farinha ao longo da estrada que levava a Lages. Essa data marca a fundação do povoado.


O gado era conduzido pela estrada de Lages até o Morro do Tomé e, de lá, seguia pela praia até a foz do rio Maruim, de onde parte era levada para a freguesia de São José e outra parte atravessava o canal até Ribeirão da Ilha.


As tropas seguiam pela praia, pois enfrentavam dificuldades ao atravessar a área de mangue e pântano, hoje parte da rua principal de Palhoça. Além disso, evitavam pagar o pedágio estabelecido em São José, no caminho que passava pela localidade de Passa Vinte. Com o aumento da demanda por alimentos vindos do continente e o movimento das tropas, foi construída uma estrada atravessando o pântano. A população cresceu e deslocou-se mais para o sul, estabelecendo o centro definitivo de Palhoça, onde se encontra atualmente.


Palhoça fez parte de Florianópolis até 1833, quando passou a ser território de São José. A primeira igreja de Palhoça foi erguida em 1868 e mais tarde recebeu o nome de Nossa Senhora do Parto. Ao final do mesmo ano, iniciou-se a construção da Igreja Matriz, concluída em 1883, ainda sem as torres laterais. Mesmo após sua construção, a igreja não foi imediatamente provida de um vigário. A paróquia foi esquecida e recriada apenas em 03 de maio de 1901 pela Cúria Diocesana de Florianópolis.


Em 1873, Palhoça foi elevada à condição de Distrito Policial. Desde sua fundação até este período, Palhoça permaneceu como um arraial, sendo negligenciada tanto política quanto administrativamente, apesar do aumento populacional e do desenvolvimento econômico.


Atendendo ao clamor dos moradores, em 1882, a Assembleia Legislativa aprovou a Lei 949 de 08 de novembro, elevando Palhoça à categoria de freguesia. Em 1886, Palhoça passou de Distrito Policial a Distrito de Paz. E em 24 de abril de 1894, foi elevada à categoria de Município, desmembrando-se de São José e sendo oficialmente instalada em 23 de maio do mesmo ano.


Em 10 de janeiro de 1906, Palhoça tornou-se uma Comarca. A comarca era composta pelos distritos de Palhoça (sede do município e da comarca), Santo Amaro do Cubatão, Enseada de Brito, Teresópolis, São Bonifácio do Capivari, Santa Isabel, Anitápolis, Santa Tereza e Garopaba, que de município passou a distrito de Palhoça. Em 22 de agosto de 1919, por meio da Lei 1245, Palhoça foi elevada à categoria de cidade.


Em 1922, Palhoça cedeu os territórios que hoje abrigam os municípios de Alfredo Wagner e Ituporanga para, juntamente com parte do município de Lages, formar Bom Retiro. Em 1948, Ituporanga emancipou-se, dando origem aos municípios de Petrolândia e Imbuia em 1962 e, de Atalanta em 1964. Em 1961, Alfredo Wagner tornou-se município. Em 1958, Santo Amaro da Imperatriz emancipou-se de Palhoça, originando os municípios de Águas Mornas e Anitápolis. Em 1961, Garopaba e Paulo Lopes também se emanciparam, seguidos por São Bonifácio em 1962. Após essas emancipações, Palhoça adquiriu a configuração territorial que mantém até hoje.



ORIGEM DO NOME


O nome do município tem origem nas construções de pau-a-pique cobertas de palha, chamadas de palhoças. Essas edificações ficavam localizadas na atual região sul do bairro da Ponte do Imaruim. O crescimento do povoado ocorreu posteriormente com a chegada de outras construções de pescadores que se estabeleceram ao redor desse núcleo, utilizando o mesmo estilo arquitetônico.



COLONIZAÇÃO


Os primeiros colonizadores a chegar em Palhoça foram portugueses, que se estabeleceram na Enseada de Brito e, a partir daí, se espalharam pelas redondezas.


Posteriormente, chegaram os açorianos e madeirenses, com as primeiras famílias desembarcando na Ilha de Santa Catarina em fevereiro de 1747. O movimento de povoamento açoriano-madeirense teve início com o edital que D. João V mandou publicar em 1747. O objetivo de D. João V ao enviar casais açorianos e madeirenses para o Brasil era povoar as terras brasileiras e ao mesmo tempo resolver o problema de excesso populacional nos arquipélagos dos Açores e Madeira.


Por volta de 1824, começou a imigração alemã para o Brasil, estabelecendo-se em Santa Izabel, que mais tarde viria a pertencer ao município de Palhoça. As principais causas dessa imigração foram o excesso populacional na Alemanha, as guerras constantes e a propaganda brasileira que atraía colonos com promessas de doação de terras.


A formação étnica de Palhoça também tem forte influência italiana, com a imigração desse grupo para o Brasil começando por volta de 1790. Além de portugueses, alemães e italianos, outras etnias também contribuíram para a composição do povo palhocense, incluindo negros, libaneses, gregos, japoneses e indígenas.



PALHOÇA HOJE


Palhoça é um município brasileiro localizado no Estado de Santa Catarina. Situado na Grande Florianópolis, faz fronteira com os municípios de São José, São Pedro de Alcântara, Santo Amaro da Imperatriz e Paulo Lopes.


A cidade é conhecida por ser a que mais cresce na Grande Florianópolis, embora esse crescimento seja desordenado e desorganizado. A expansão das indústrias, comércio e serviços é notável, mas ainda faltam vários serviços considerados essenciais, como hospitais, por exemplo.


A influência das tradições, majoritariamente de origem açoriana, é evidente na cultura local. Palhoça abriga ainda um dos maiores mangues da América do Sul.


A principal via de acesso ao município vizinho de São José e à capital, Florianópolis, é uma antiga estrada que remonta ao século XIX, pavimentada precariamente com paralelepípedos sobre os quais foi colocada uma camada de asfalto. Por essa via, circula 90% do transporte coletivo entre a sede do município e a capital.


Outra via de acesso é a rodovia BR-101 (Rodovia Pan-americana), que é um corredor de passagem para praticamente toda a carga que transita pela orla litorânea entre o estado do Rio Grande do Sul e o restante do país.



TERRITÓRIO


Em 1894, quando se emancipou de São José, o território de Palhoça era de 3.180 quilômetros quadrados. O município incluía as seguintes localidades: Palhoça (sede), Santo Amaro do Cubatão, Enseada de Brito, Paulo Lopes, Garopaba, Teresópolis, Capivari, Santa Isabel, São Bonifácio, Rancho Queimado, Águas Mornas e Anitápolis.


Após a perda de território devido à emancipação de várias localidades, Palhoça atualmente possui uma extensão territorial de 361 quilômetros quadrados, abrangendo as seguintes localidades: Palhoça (sede), Enseada de Brito, Ponta do Maruim, São Sebastião, Passa Vinte, Casqueiro, Brejaru, Pedra Branca, Pagará, Terra Fraca, Coloninha, Morro do Gato, Sertão do Aririú, Jaqueira, Rio Grande, Pachecos, Morro do Cedro, Maciambu Grande, Maciambu Pequeno, Fazenda Santa Cruz, Rincão, Morretes, Sertão do Campo, Pinheira, Guarda do Embaú, Albardão, Três Barras e Araçatuba.


A sede do município, por ser uma área de banhados e manguezais, dificultou o desenvolvimento de atividades agrícolas. Os primeiros colonizadores estabeleceram-se nas áreas mais secas, adequadas para a agricultura, como Passa Vinte, Aririú e Barra. Com a abertura do canal de navegação da Enseada de Brito até a Ponte do Maruim e a ligação com as atividades comerciais e industriais, o desenvolvimento do núcleo central foi acelerado. Nos últimos anos, o município tornou-se uma cidade de veraneio, com destaque para a Praia da Pinheira, Guarda do Embaú e Praia do Sonho.


Olá! Estamos disponíveis para te ajudar.
1