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R$495.000,00

Apartamento à venda em Pagani, Palhoça – 3 quartos (1 suíte), 83m² privativos e vista para o cambirela

Pagani - Palhoça/SC
3 Dormitórios, sendo 1 suíte
1 Vaga
83 m² (Privativa)

Descrição do imóvel

Se você busca apartamento em Pagani, Palhoça, com excelente localização, conforto e pronto para morar, esta é a oportunidade ideal.

Este apartamento de 3 dormitórios, sendo 1 suíte, possui 83m² de área privativa e 95m² de área total, oferecendo ambientes bem distribuídos, funcionais e muito bem iluminados.O apartamento tem iluminação natural eexcelente ventilação, além de uma vista encantadora para o morro Cambirela, trazendo mais tranquilidade ao dia a dia.

O imóvel conta com sala ampla para dois ambientes, 3 quartos, 2 banheiros, área de serviço e 1 vaga de garagem descoberta.

Construído em 2015, o apartamento está em excelente estado de conservação, — pronto para morar.


Condomínio com estrutura e lazer

Localizado no Condomínio Ilha Di Murano, o empreendimento oferece:

  • Elevador
  • Salão de festas
  • Piscina
  • Ambiente seguro e familiar
  • Estrutura moderna e bem cuidada

Ideal para quem valoriza qualidade de vida, segurança e praticidade.


Localização estratégica em Pagani – Palhoça

Situado em uma das regiões mais valorizadas de Palhoça, o bairro Pagani oferece fácil acesso a:

  • Escolas públicas e particulares
  • Comércio local variado
  • Transporte público
  • Serviços essenciais do dia a dia

Tudo isso em um bairro residencial organizado e em constante valorização.


Documentação regularizada

✔ Apartamento financiável

✔ Escritura pública

✔ Documentação averbada

Ideal para quem deseja comprar com segurança, inclusive via financiamento bancário.


Diferenciais do imóvel

✅ Pronto para morar

✅ Vista permanente para a montanha

✅ 3 quartos (1 suíte)

✅ Excelente iluminação natural

✅ Vaga de garagem coberta

✅ Elevador no prédio

✅ Salão de festas

✅ Localização privilegiada em Pagani, Palhoça


Agende agora a sua visita!


Cristina Finger

Corretora de Imóveis

CRECI 49.383-F

CNAI 45695

Cômodos

3 Dormitórios, sendo 1 suíte
2 Banheiros
1 Vaga
1 Cozinha
1 Sala de jantar
1 Sala de estar
1 Área de serviço

Áreas

Área Privativa: 83m²

Características

Hidrômetro individual
Interfone
Rua asfaltada
Varanda
Vista exterior
Zelador

Características do Condomínio

Churrasqueira
Elevador social
Interfone
Permite animais
Piscina adulto
Salão de festas
condominio Fechado
controle de acesso

Valores

Aceita Financiamento: Sim
Minha Casa Minha Vida: Sim

Outras Informações

Referência: 166
Idade do imóvel: 11 anos
Perfil: Residencial
Posição solar: Sudoeste
Posição: Frente
Situação: Usado
Escriturado: Sim
Averbado: Sim
Terreno: Plano

Proximidades

Delegacia da Policia civi
Escola
Faculdade
Farmácia
Praça
Prefeitura Palhoça
Transporte público
Unisul

Localização

Rua Verona, 16 - Pagani - Palhoça/SC - 88132-237

Conheça a cidade Palhoça

Sem Imagem

PALHOÇA, UM POUCO DE HISTÓRIA


Por volta do ano de 1651, Dias Velhos chegou à Ilha de Santa Catarina, dando-lhe o nome de Desterro. Passados cento e vinte anos, em 1771, colonos portugueses vindos da província de São Vicente, atualmente conhecida como São Paulo, fundaram a cidade de Lages.

Com a existência dessas duas localidades, surgiu a necessidade de estabelecer uma rota de conexão entre Desterro e Lages, o que levou à abertura de uma estrada. Rapidamente, essas terras começaram a se desenvolver, atraindo a atenção de outros colonizadores.


Em 1777, os espanhóis invadiram a Ilha de Santa Catarina, o que levou os portugueses a decidir pela criação de duas povoações em terra firme, na região que hoje constitui o continente. O objetivo era abrigar os moradores de Desterro e servir de defesa militar contra possíveis novas invasões.


Na mesma época, o governo optou por povoar e desenvolver as terras ao longo da estrada que ligava a Ilha Desterro a Lages.

Foi dessas povoações que, em 31 de julho de 1793, o Governador Cel. João Alberto de Miranda Ribeiro enviou uma comunicação ao Conde Rezende, vice-rei do Brasil, incumbindo Caetano Silveira de Matos de construir palhoças para armazenar farinha ao longo da estrada que levava a Lages. Essa data marca a fundação do povoado.


O gado era conduzido pela estrada de Lages até o Morro do Tomé e, de lá, seguia pela praia até a foz do rio Maruim, de onde parte era levada para a freguesia de São José e outra parte atravessava o canal até Ribeirão da Ilha.


As tropas seguiam pela praia, pois enfrentavam dificuldades ao atravessar a área de mangue e pântano, hoje parte da rua principal de Palhoça. Além disso, evitavam pagar o pedágio estabelecido em São José, no caminho que passava pela localidade de Passa Vinte. Com o aumento da demanda por alimentos vindos do continente e o movimento das tropas, foi construída uma estrada atravessando o pântano. A população cresceu e deslocou-se mais para o sul, estabelecendo o centro definitivo de Palhoça, onde se encontra atualmente.


Palhoça fez parte de Florianópolis até 1833, quando passou a ser território de São José. A primeira igreja de Palhoça foi erguida em 1868 e mais tarde recebeu o nome de Nossa Senhora do Parto. Ao final do mesmo ano, iniciou-se a construção da Igreja Matriz, concluída em 1883, ainda sem as torres laterais. Mesmo após sua construção, a igreja não foi imediatamente provida de um vigário. A paróquia foi esquecida e recriada apenas em 03 de maio de 1901 pela Cúria Diocesana de Florianópolis.


Em 1873, Palhoça foi elevada à condição de Distrito Policial. Desde sua fundação até este período, Palhoça permaneceu como um arraial, sendo negligenciada tanto política quanto administrativamente, apesar do aumento populacional e do desenvolvimento econômico.


Atendendo ao clamor dos moradores, em 1882, a Assembleia Legislativa aprovou a Lei 949 de 08 de novembro, elevando Palhoça à categoria de freguesia. Em 1886, Palhoça passou de Distrito Policial a Distrito de Paz. E em 24 de abril de 1894, foi elevada à categoria de Município, desmembrando-se de São José e sendo oficialmente instalada em 23 de maio do mesmo ano.


Em 10 de janeiro de 1906, Palhoça tornou-se uma Comarca. A comarca era composta pelos distritos de Palhoça (sede do município e da comarca), Santo Amaro do Cubatão, Enseada de Brito, Teresópolis, São Bonifácio do Capivari, Santa Isabel, Anitápolis, Santa Tereza e Garopaba, que de município passou a distrito de Palhoça. Em 22 de agosto de 1919, por meio da Lei 1245, Palhoça foi elevada à categoria de cidade.


Em 1922, Palhoça cedeu os territórios que hoje abrigam os municípios de Alfredo Wagner e Ituporanga para, juntamente com parte do município de Lages, formar Bom Retiro. Em 1948, Ituporanga emancipou-se, dando origem aos municípios de Petrolândia e Imbuia em 1962 e, de Atalanta em 1964. Em 1961, Alfredo Wagner tornou-se município. Em 1958, Santo Amaro da Imperatriz emancipou-se de Palhoça, originando os municípios de Águas Mornas e Anitápolis. Em 1961, Garopaba e Paulo Lopes também se emanciparam, seguidos por São Bonifácio em 1962. Após essas emancipações, Palhoça adquiriu a configuração territorial que mantém até hoje.



ORIGEM DO NOME


O nome do município tem origem nas construções de pau-a-pique cobertas de palha, chamadas de palhoças. Essas edificações ficavam localizadas na atual região sul do bairro da Ponte do Imaruim. O crescimento do povoado ocorreu posteriormente com a chegada de outras construções de pescadores que se estabeleceram ao redor desse núcleo, utilizando o mesmo estilo arquitetônico.



COLONIZAÇÃO


Os primeiros colonizadores a chegar em Palhoça foram portugueses, que se estabeleceram na Enseada de Brito e, a partir daí, se espalharam pelas redondezas.


Posteriormente, chegaram os açorianos e madeirenses, com as primeiras famílias desembarcando na Ilha de Santa Catarina em fevereiro de 1747. O movimento de povoamento açoriano-madeirense teve início com o edital que D. João V mandou publicar em 1747. O objetivo de D. João V ao enviar casais açorianos e madeirenses para o Brasil era povoar as terras brasileiras e ao mesmo tempo resolver o problema de excesso populacional nos arquipélagos dos Açores e Madeira.


Por volta de 1824, começou a imigração alemã para o Brasil, estabelecendo-se em Santa Izabel, que mais tarde viria a pertencer ao município de Palhoça. As principais causas dessa imigração foram o excesso populacional na Alemanha, as guerras constantes e a propaganda brasileira que atraía colonos com promessas de doação de terras.


A formação étnica de Palhoça também tem forte influência italiana, com a imigração desse grupo para o Brasil começando por volta de 1790. Além de portugueses, alemães e italianos, outras etnias também contribuíram para a composição do povo palhocense, incluindo negros, libaneses, gregos, japoneses e indígenas.



PALHOÇA HOJE


Palhoça é um município brasileiro localizado no Estado de Santa Catarina. Situado na Grande Florianópolis, faz fronteira com os municípios de São José, São Pedro de Alcântara, Santo Amaro da Imperatriz e Paulo Lopes.


A cidade é conhecida por ser a que mais cresce na Grande Florianópolis, embora esse crescimento seja desordenado e desorganizado. A expansão das indústrias, comércio e serviços é notável, mas ainda faltam vários serviços considerados essenciais, como hospitais, por exemplo.


A influência das tradições, majoritariamente de origem açoriana, é evidente na cultura local. Palhoça abriga ainda um dos maiores mangues da América do Sul.


A principal via de acesso ao município vizinho de São José e à capital, Florianópolis, é uma antiga estrada que remonta ao século XIX, pavimentada precariamente com paralelepípedos sobre os quais foi colocada uma camada de asfalto. Por essa via, circula 90% do transporte coletivo entre a sede do município e a capital.


Outra via de acesso é a rodovia BR-101 (Rodovia Pan-americana), que é um corredor de passagem para praticamente toda a carga que transita pela orla litorânea entre o estado do Rio Grande do Sul e o restante do país.



TERRITÓRIO


Em 1894, quando se emancipou de São José, o território de Palhoça era de 3.180 quilômetros quadrados. O município incluía as seguintes localidades: Palhoça (sede), Santo Amaro do Cubatão, Enseada de Brito, Paulo Lopes, Garopaba, Teresópolis, Capivari, Santa Isabel, São Bonifácio, Rancho Queimado, Águas Mornas e Anitápolis.


Após a perda de território devido à emancipação de várias localidades, Palhoça atualmente possui uma extensão territorial de 361 quilômetros quadrados, abrangendo as seguintes localidades: Palhoça (sede), Enseada de Brito, Ponta do Maruim, São Sebastião, Passa Vinte, Casqueiro, Brejaru, Pedra Branca, Pagará, Terra Fraca, Coloninha, Morro do Gato, Sertão do Aririú, Jaqueira, Rio Grande, Pachecos, Morro do Cedro, Maciambu Grande, Maciambu Pequeno, Fazenda Santa Cruz, Rincão, Morretes, Sertão do Campo, Pinheira, Guarda do Embaú, Albardão, Três Barras e Araçatuba.


A sede do município, por ser uma área de banhados e manguezais, dificultou o desenvolvimento de atividades agrícolas. Os primeiros colonizadores estabeleceram-se nas áreas mais secas, adequadas para a agricultura, como Passa Vinte, Aririú e Barra. Com a abertura do canal de navegação da Enseada de Brito até a Ponte do Maruim e a ligação com as atividades comerciais e industriais, o desenvolvimento do núcleo central foi acelerado. Nos últimos anos, o município tornou-se uma cidade de veraneio, com destaque para a Praia da Pinheira, Guarda do Embaú e Praia do Sonho.


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Cristina FingerCRECI - 49383F

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Conheça a cidade Palhoça

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PALHOÇA, UM POUCO DE HISTÓRIA


Por volta do ano de 1651, Dias Velhos chegou à Ilha de Santa Catarina, dando-lhe o nome de Desterro. Passados cento e vinte anos, em 1771, colonos portugueses vindos da província de São Vicente, atualmente conhecida como São Paulo, fundaram a cidade de Lages.

Com a existência dessas duas localidades, surgiu a necessidade de estabelecer uma rota de conexão entre Desterro e Lages, o que levou à abertura de uma estrada. Rapidamente, essas terras começaram a se desenvolver, atraindo a atenção de outros colonizadores.


Em 1777, os espanhóis invadiram a Ilha de Santa Catarina, o que levou os portugueses a decidir pela criação de duas povoações em terra firme, na região que hoje constitui o continente. O objetivo era abrigar os moradores de Desterro e servir de defesa militar contra possíveis novas invasões.


Na mesma época, o governo optou por povoar e desenvolver as terras ao longo da estrada que ligava a Ilha Desterro a Lages.

Foi dessas povoações que, em 31 de julho de 1793, o Governador Cel. João Alberto de Miranda Ribeiro enviou uma comunicação ao Conde Rezende, vice-rei do Brasil, incumbindo Caetano Silveira de Matos de construir palhoças para armazenar farinha ao longo da estrada que levava a Lages. Essa data marca a fundação do povoado.


O gado era conduzido pela estrada de Lages até o Morro do Tomé e, de lá, seguia pela praia até a foz do rio Maruim, de onde parte era levada para a freguesia de São José e outra parte atravessava o canal até Ribeirão da Ilha.


As tropas seguiam pela praia, pois enfrentavam dificuldades ao atravessar a área de mangue e pântano, hoje parte da rua principal de Palhoça. Além disso, evitavam pagar o pedágio estabelecido em São José, no caminho que passava pela localidade de Passa Vinte. Com o aumento da demanda por alimentos vindos do continente e o movimento das tropas, foi construída uma estrada atravessando o pântano. A população cresceu e deslocou-se mais para o sul, estabelecendo o centro definitivo de Palhoça, onde se encontra atualmente.


Palhoça fez parte de Florianópolis até 1833, quando passou a ser território de São José. A primeira igreja de Palhoça foi erguida em 1868 e mais tarde recebeu o nome de Nossa Senhora do Parto. Ao final do mesmo ano, iniciou-se a construção da Igreja Matriz, concluída em 1883, ainda sem as torres laterais. Mesmo após sua construção, a igreja não foi imediatamente provida de um vigário. A paróquia foi esquecida e recriada apenas em 03 de maio de 1901 pela Cúria Diocesana de Florianópolis.


Em 1873, Palhoça foi elevada à condição de Distrito Policial. Desde sua fundação até este período, Palhoça permaneceu como um arraial, sendo negligenciada tanto política quanto administrativamente, apesar do aumento populacional e do desenvolvimento econômico.


Atendendo ao clamor dos moradores, em 1882, a Assembleia Legislativa aprovou a Lei 949 de 08 de novembro, elevando Palhoça à categoria de freguesia. Em 1886, Palhoça passou de Distrito Policial a Distrito de Paz. E em 24 de abril de 1894, foi elevada à categoria de Município, desmembrando-se de São José e sendo oficialmente instalada em 23 de maio do mesmo ano.


Em 10 de janeiro de 1906, Palhoça tornou-se uma Comarca. A comarca era composta pelos distritos de Palhoça (sede do município e da comarca), Santo Amaro do Cubatão, Enseada de Brito, Teresópolis, São Bonifácio do Capivari, Santa Isabel, Anitápolis, Santa Tereza e Garopaba, que de município passou a distrito de Palhoça. Em 22 de agosto de 1919, por meio da Lei 1245, Palhoça foi elevada à categoria de cidade.


Em 1922, Palhoça cedeu os territórios que hoje abrigam os municípios de Alfredo Wagner e Ituporanga para, juntamente com parte do município de Lages, formar Bom Retiro. Em 1948, Ituporanga emancipou-se, dando origem aos municípios de Petrolândia e Imbuia em 1962 e, de Atalanta em 1964. Em 1961, Alfredo Wagner tornou-se município. Em 1958, Santo Amaro da Imperatriz emancipou-se de Palhoça, originando os municípios de Águas Mornas e Anitápolis. Em 1961, Garopaba e Paulo Lopes também se emanciparam, seguidos por São Bonifácio em 1962. Após essas emancipações, Palhoça adquiriu a configuração territorial que mantém até hoje.



ORIGEM DO NOME


O nome do município tem origem nas construções de pau-a-pique cobertas de palha, chamadas de palhoças. Essas edificações ficavam localizadas na atual região sul do bairro da Ponte do Imaruim. O crescimento do povoado ocorreu posteriormente com a chegada de outras construções de pescadores que se estabeleceram ao redor desse núcleo, utilizando o mesmo estilo arquitetônico.



COLONIZAÇÃO


Os primeiros colonizadores a chegar em Palhoça foram portugueses, que se estabeleceram na Enseada de Brito e, a partir daí, se espalharam pelas redondezas.


Posteriormente, chegaram os açorianos e madeirenses, com as primeiras famílias desembarcando na Ilha de Santa Catarina em fevereiro de 1747. O movimento de povoamento açoriano-madeirense teve início com o edital que D. João V mandou publicar em 1747. O objetivo de D. João V ao enviar casais açorianos e madeirenses para o Brasil era povoar as terras brasileiras e ao mesmo tempo resolver o problema de excesso populacional nos arquipélagos dos Açores e Madeira.


Por volta de 1824, começou a imigração alemã para o Brasil, estabelecendo-se em Santa Izabel, que mais tarde viria a pertencer ao município de Palhoça. As principais causas dessa imigração foram o excesso populacional na Alemanha, as guerras constantes e a propaganda brasileira que atraía colonos com promessas de doação de terras.


A formação étnica de Palhoça também tem forte influência italiana, com a imigração desse grupo para o Brasil começando por volta de 1790. Além de portugueses, alemães e italianos, outras etnias também contribuíram para a composição do povo palhocense, incluindo negros, libaneses, gregos, japoneses e indígenas.



PALHOÇA HOJE


Palhoça é um município brasileiro localizado no Estado de Santa Catarina. Situado na Grande Florianópolis, faz fronteira com os municípios de São José, São Pedro de Alcântara, Santo Amaro da Imperatriz e Paulo Lopes.


A cidade é conhecida por ser a que mais cresce na Grande Florianópolis, embora esse crescimento seja desordenado e desorganizado. A expansão das indústrias, comércio e serviços é notável, mas ainda faltam vários serviços considerados essenciais, como hospitais, por exemplo.


A influência das tradições, majoritariamente de origem açoriana, é evidente na cultura local. Palhoça abriga ainda um dos maiores mangues da América do Sul.


A principal via de acesso ao município vizinho de São José e à capital, Florianópolis, é uma antiga estrada que remonta ao século XIX, pavimentada precariamente com paralelepípedos sobre os quais foi colocada uma camada de asfalto. Por essa via, circula 90% do transporte coletivo entre a sede do município e a capital.


Outra via de acesso é a rodovia BR-101 (Rodovia Pan-americana), que é um corredor de passagem para praticamente toda a carga que transita pela orla litorânea entre o estado do Rio Grande do Sul e o restante do país.



TERRITÓRIO


Em 1894, quando se emancipou de São José, o território de Palhoça era de 3.180 quilômetros quadrados. O município incluía as seguintes localidades: Palhoça (sede), Santo Amaro do Cubatão, Enseada de Brito, Paulo Lopes, Garopaba, Teresópolis, Capivari, Santa Isabel, São Bonifácio, Rancho Queimado, Águas Mornas e Anitápolis.


Após a perda de território devido à emancipação de várias localidades, Palhoça atualmente possui uma extensão territorial de 361 quilômetros quadrados, abrangendo as seguintes localidades: Palhoça (sede), Enseada de Brito, Ponta do Maruim, São Sebastião, Passa Vinte, Casqueiro, Brejaru, Pedra Branca, Pagará, Terra Fraca, Coloninha, Morro do Gato, Sertão do Aririú, Jaqueira, Rio Grande, Pachecos, Morro do Cedro, Maciambu Grande, Maciambu Pequeno, Fazenda Santa Cruz, Rincão, Morretes, Sertão do Campo, Pinheira, Guarda do Embaú, Albardão, Três Barras e Araçatuba.


A sede do município, por ser uma área de banhados e manguezais, dificultou o desenvolvimento de atividades agrícolas. Os primeiros colonizadores estabeleceram-se nas áreas mais secas, adequadas para a agricultura, como Passa Vinte, Aririú e Barra. Com a abertura do canal de navegação da Enseada de Brito até a Ponte do Maruim e a ligação com as atividades comerciais e industriais, o desenvolvimento do núcleo central foi acelerado. Nos últimos anos, o município tornou-se uma cidade de veraneio, com destaque para a Praia da Pinheira, Guarda do Embaú e Praia do Sonho.


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